Paulo & Dani - Uma História de Amor


30/04/2005


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Paulo se tortura imaginando Dani deitada junto com seu namorado. Ele está angustiado.

Escrito por Paulo e Dani às 09h25
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Manhã de sábado, Paulo sente muita dificuldade para levantar e tomar banho, sente muita fome mas não sabe o que comer, acaba tomando leite. Resolve passar novamente em frente à casa de Dani antes de ir ao trabalho e confirma que ela não voltou. este sábado promete ser pior que o da semana passada, Paulo teme entrar em crises de ciúme e fazer besteira, por enquanto tenta seguir a orientação de Dani e não fazer contato, mas será que aguentará?

Escrito por Paulo e Dani às 08h49
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Conclusão, Paulo acha que Dani não terminou com o namorado, pelo contrário, estavam tendo uma bela noite de amor, enquanto ele estava ali. Provavelmente eles ficam juntos na casa da irmã dela nos fins de semana. Paulo chora e cai no sono.

Escrito por Paulo e Dani às 08h45
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Paulo volta prá casa e tenta dormir um pouco, com o celular grudado no ouvido, para acordar de imediato assim que tocasse, nada. às 02:30h, Paulo novamente vai à casa dela e nada. Resolve esperar até as 04:00h, mas só aguenta até 03:30h, o sono começava a incomodar e talvez ela até nem voltasse até o domingo. Termina o brain storm e vai prá casa.

Escrito por Paulo e Dani às 08h43
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Por volta de 01:00h, a febre baixou e Paulo não aguentou a angústia da espera, tinha que ir até a casa dela para ver se ja tinha chegado. Talvez ela não tenha ligado para não incomodá-lo. Nada, o carro dela não estava na garagem. Enquanto aguarda um pouco, Paulo pega um caderno no porta-luvas e começa a fazer um brain strorm sobre o tema insubstitutibilidade.

Escrito por Paulo e Dani às 08h41
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As horas foram passando, Paulo, quase morto sobre a cama, pois, não dava nem prá se mexer direito que a dor ficava intensa, ansioso e nervoso ficava torcendo para que ela ligasse logo.

Escrito por Paulo e Dani às 08h40
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Paulo, entre um delírio e outro da febre espera, espera, espera... Nada de Dani dar sinal, até que às 21:49h chega um torpedo de Dani: "não me liga, nem me manda torpedo, depois te ligo".  E agora? Paulo não entendeu nada naquele momento, mas, com o passar das horas foi imaginando o que estava acontecendo. Primeiro acho que ela estaria conversando com o namorado. Como ela disse que ligaria depois, Paulo deduziu que finalmente ela tomaria  a decisão de terminar com ele´.

Escrito por Paulo e Dani às 08h39
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às 18:54h, Dani liga para saber como está Paulo. Ele se diz melhor e ela conta que irá à casa da irmã levar umas roupas para o sobrinho. Paulo pergunta se ela irá vê-lo e ela reponde que ligara antes.

Escrito por Paulo e Dani às 08h35
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Paulo manda um torpedo à Dani às 15:17h: "amor, to passando mal, febre alta, dor de cabeça e visão embaçada. te amo muito". às 16:44h Dani liga de volta, demonstra pouca preocupação e recomenda que ele vá embora. Ela ligará quando chegar em casa.

Escrito por Paulo e Dani às 08h34
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Paulo começa a se sentir mal logo após o almoço. Na verdade não consegue almoçar, apenas dorme. Uma forte febre o faz suar frio, com muita dor no corpo, parece dengue.

Escrito por Paulo e Dani às 08h30
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Dani se despede de Paulo e vai pegar seu carro, com o qual seguirá para Vila Velha onde assistirá a uma palestra.

Escrito por Paulo e Dani às 08h29
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Os dois se encontram e ela vai logo dando um selinho nele, que, sem entender nada apenas aproveita maravilhado aquele momento. Os dois vão para o Tyffany Center, sentam-se numa mesa e começam a conversar. Qualquer um que visse os dois diria que eram namorados. Riam, brincavam, alisavam um a mão do outro, chegaram até a dar amassos sem se importar com quem estava à volta, deixando Paulo até excitado e com muita dificuldade de disfarçar. Dani comenta: "Está voltando ao normal". Paulo descobre que o namorado de Dani é mais novo, não sabe se mais novo que ele ou mais novo que ela.

Escrito por Paulo e Dani às 08h28
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29/04/2005


10:00 - Dani liga. Paulo sente um calafrio ao ouvir o toque que a identifica. Ela mansamente pergunta se ele está ocupado e diz que está por perto e pergunta se Paulo quer vê-la, que sem amenor sombra de dúvida repondeu "Pode vir!".

Escrito por Paulo e Dani às 11h06
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08:29 desta sexta-feira. Paulo liga para Dani. Ela tem horário marcado para fazer a sobrancelha e ele tenta acordá-la. Depois de alguns toque, ela atende, acorda, agradece. Paulo diz que é o mínimo que poderia ter feito, uma vez que a fez dormir tarde, ela visa que ele não deve falar sobre esse assunto. Ele despede-se dela, deseja-lhe um bom dia e desliga.

Escrito por Paulo e Dani às 09h03
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Paulo liga novamente, pede desculpas. Parece que todo o progresso que fez nos últimos tres dias foi por água abaixo. Pela primeira vez ele pensa na possibilidade de desistir, mas no instante seguinte, uma agonia interna o avisa de que não. A batalha continua, o bom combate prosseguirá.

Escrito por Paulo e Dani às 09h01
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Paulo se desespera, menos de meia hora antes ele era só felicidade, agora volta a sentir o amargo gosto da derrota na boca. Questiona se ela prefere que ele se afaste, não mantenha contato e ela se mostra indiferente. Pede um sinal de que ele não está lutando à toa, ela permanece irritada. Paulo perde a calma e a chama de burra por não trocar um sentimento que ela mesma admite que existe, embora seja mais fraco que a dor e os ressentimentos que carrega, por uma relação totalmente diferente do normal. Dani desliga o telefone.

Escrito por Paulo e Dani às 08h56
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Paulo deixa Dani extremamente irritada ao perguntar por que está sendo tão difícil então decidir entre ele e o novo namorado, uma vez que os laços entre os dois não são tão estreitos como se imagina que sejam os laços dos namorados. Paulo, delirando, perdendo a noção das coisas, diz que se a relação é so isso, não há problema nem em terminar por telefone. Ela simplismente volta ao velho discurso de que não quer falar, não quer sofrer e não consegue acreditar que Paulo a ama. Ela tem medo de que dure pouco tempo a presença deste homem que se mostra a ela.

Escrito por Paulo e Dani às 08h52
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Talvez pelo sono que já a incomoda, Dani tem o comportamento diferente, principalmente quando Paulo começa a falar que está feliz e a questionar sobre os dois. Ela se sente cobrada, lembra que tem um namorado e aí acontece o fato mais estranho de toda a história.

O namorado de Dani já voltou, mas, segundo ela os dois ainda não se encontraram. Paulo pergunta quando ela estará com ele e ela responde que não sabe, que eles não marcam dia nem horário para se encontrarem. Sem entender nada, Paulo classifica a relação como "aberta" e ela diz que nem tanto. Paulo chega a viajar na maionese e cogitar a possibilidade de ser um cara casado ou com outra namorada.

Escrito por Paulo e Dani às 08h45
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Já em casa, Paulo pega o celular e liga para Dani. Ela não atende. Paulo desliga o computador que já realizou todas as tarefas do dia e telefona novamente. Dani atende e as coisas começam a mudar...

Escrito por Paulo e Dani às 08h41
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Era bom demais para ser verdade. Paulo acelera fundo e vai prá casa.

Escrito por Paulo e Dani às 08h40
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Se despediram dentro do carro, ela deu a volta pela frente, se aproximou da janela e, pela primeira vez, sem a intervenção de Paulo se abaixou e deu mais um beijo.

Escrito por Paulo e Dani às 08h40
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Paulo sente que esse encontro está diferente, em todos os aspectos. Ela está sendo com ele exatamente como era antes de toda a confusão que os separou definitivamente. Começou a imaginar que ela estava decidida a lutar com ele pela volta. Chegou até a esboçar ciúme após um comentário que ele fez sobre uma cantora da banda Companhia do Calypso dizendo: "Paulo César, você não tem medo de morrer, não?". Outra situação animadora foi feita por ela quando Paulo contou sobre uma possível troca de carro para um Corsa GSI 1.6 16V e que "se casaria com o carro", ela perguntou "Ué, você não vive dizendo que quer casar é comigo? Agora vem dizendo que vai casar com o carro?"

Escrito por Paulo e Dani às 08h38
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Dentro do carro Paulo começa a suspeitar de que a alegria que vê nos olhos de Dani pode ser por um motivo completamente diferente do que imaginava: Ela receberá um abono da Prefeitura de Vila Velha, abono esse que a ajudará a quitar seu cartão de crédito e, quem sabe, realizar alguns sonhos guardados.

Escrito por Paulo e Dani às 08h35
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A conversa segue, Dani se queixa de dor nas pernas, pois já está agachada tendo as mãos beijadas por Paulo à algum tempo, enquanto conversam. Paulo a convida a entrar no carro e ela aceita.

Escrito por Paulo e Dani às 08h32
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Mesmo declarando que está precisando de um banho e com muito sono, Dani senta-se no chão, ao lado do carro de Paulo e ficam alguns minutos conversando. Paulo conta do blog que criou e a convida para uma saída até a choperia Chopp Hauss, onde se encontraram pela primeira vez, os olhos dela brilham e ela diz: "No dia 20, às 20:35!", data e hora em que tudo começou.

Escrito por Paulo e Dani às 08h28
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Dani conta à Paulo que estava na casa da manicure conversando, não entram em detalhes sobre os assuntos. Ela apresenta as belas unhas que tem pintadas na cor azul. Paulo elogia, diz que está bonito, beijando-lhe a mão e acariciandontura dela, que se mantém receptiva a tudo o que ele faz. Ele confessa que não entende de unhas, mas sugere que ela as pinte de vermelho ferrari

Escrito por Paulo e Dani às 08h25
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Por volta da meia-noite, luzes de farol na esquina, é ela. Dani chega, Paulo pisca os faróis, ela guarda o carro na garagem e vem até ele com um ar tranquilo, olhar meigo e voz suave. Se aproxima de Paulo como se ainda fossem namorados, se abaixa e dá um selinho nos lábios de Paulo, que se desmancha.

Escrito por Paulo e Dani às 08h23
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Paulo liga para o celular de Dani. Ela não atende. Ele volta prá casa para verificar a finalização da gravação do DVD. Chegando em casa, novamente liga para o celular de Dani, novamente ela não atende. Ele resolve então montar acampamento em frente à casa dela, pois supeita de que ou o sobrinho dela teve alguma crise de bronquite ou o namorado voltou e estão juntos.

Escrito por Paulo e Dani às 08h21
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Terminada a captura de uma fita caseira do Nirvana, Paulo inicia o processo de gravação do DVD, como esse processo é demorado, deita e acaba caindo no sono. Passados alguns minutos, acorda com um sentimento estranho, se dá conta de que a Dani não veio. Vem à sua cabeça a idéia de passar em frente à casa dela para, pelo menos se sentir mais próximo. Surpresa, descobriu que ela não estava em casa.

Escrito por Paulo e Dani às 08h17
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Às 22:23h Paulo manda um torpedo para Dani: "caso nao venha me ver ou esteja muito cansada, eu desejo que tenha uma boa noite. te amo, te espero."

Escrito por Paulo e Dani às 08h14
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Ao Chegar em casa, Paulo liga para Dani. Ela estava fazendo as unhas e o atende com um tom de voz muito amigável, o tom de voz que ele sempre recebera dela. Sempre aproveitando as oportunidades de contato para dizer que a ama e tentar estar com ela, ele faz um convite para que mais tarde ela apareça na casa dele. Ela, como sempre tem feito desde a terça-feira diz que não sabe. Paulo se dedica ao trabalho de ~conversão VHS->DVD e se distrai, se esforçando para controlar a ansiedade de saber o que vai acontecer.

Escrito por Paulo e Dani às 08h12
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28/04/2005


Dani avisa à Paulo que enquanto não chegar a uma conclusão definitiva, não pode terminar com o namorado. Principalmente porque ele está longe visitando a avó doente, quase morrendo. Ela diz não aceitar fazer isso por telefone e muito menos durante uma situação dessas e pergunta o que ele faria no lugar dela.

Escrito por Paulo e Dani às 17h39
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Após ouvir de Dani que o atual namorado está sendo muito importante para ela, Paulo não se controla e chora muito, agora sem controle para disfarçar, as lágrimas molham a blusa dela.

A Noite foi toda assim, altos e baixos, abraços e empurrões, Paulo tenta beijá-la à força duas vezes e quase estraga tudo.

Escrito por Paulo e Dani às 17h37
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Ao som romântico do show, os dois vão se soltando cada vez mais, durante alguns momentos, chegam a esquecer tudo o que sofreram e riem, se abraçam, se apertam, se beijam. O problema é que Dani está muito machucada e não quer se arriscar à aceitá-lo de volta e sofrer novamente. Quando lembra de detalhes do passado ela corta todo o clima.

Escrito por Paulo e Dani às 17h33
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Paulo tenta de todas as forma abrir seu coração e demonstrar o seu arrependimento por tudo o que a fez passar, mas ela é irredutível: "Não consigo acreditar que este homem que está aqui hoje vai ser sempre assim". Paulo disfarça deitando-se sobre o colo de Dani e discretamente chora.

Escrito por Paulo e Dani às 17h30
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Deitando-se sobre ela, ele tenta beijá-la e ela lhe lembra que ainda não está preparada (ela tem outro namorado). Paulo insiste beijando todas as partes possíveis do corpo de Dani, que algumas vezes, permite um selinho e duas vezes um molhado e caloroso beijo de língua.

Escrito por Paulo e Dani às 17h28
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Paulo começa a passar hidratante nas partes do corpo de Dani, tentando aliviar as coceiras e aproveita para massageá-la um pouco, tentando, assim, deixá-la mais relaxada.

Escrito por Paulo e Dani às 17h25
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Ontem, 27/04/2005 - Paulo convida Dani para ir à sua Kitnet assistir ao DVD do Zezé di Camargo e Luciano ao vivo. Depois de lançar as notas de seus alunos, ela toma banho e vai. Ela liga ao chegar e ele joga as chaves pela janela. Sentado na cama ele fica congelado, ansioso pela entrada da amada no pequeno ap. Ela chega, os dois se olham e ela deita na cama onde assistirão ao show, reclamando de coceiras pelo corpo.

Escrito por Paulo e Dani às 17h24
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Sentíamos a necessidade de ficar cada vez mais tempo juntos. Primeiro foi passando os finais de semana na minha casa (de sexta à domingo). Depois de algum tempo, quando estávamos tão felizes com aquilo, vem o fanatismo religioso e a incompreensão nos tirar esse prazer: Não tinhamos mais onde dormir juntinhos. Os motéis ajudavam, mas não nos dávamos tempo suficiente. Vieram Nova Almeida e Barra do Sahy com alternativas, mas queríamos mais...

Escrito por Paulo e Dani às 17h16
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Conseguíamos manter o compromisso de não ficar um dia sequer sem nos ver pessoalmente por muito tempo, por mais ainda mantivemos contatos telefônicos, nada justificava o silêncio, nem durante as brigas. Uma ligação telefônica era o suficiente para me tirar da cama a qualquer hora e me levar até a sua casa  para, pelo menos, um beijinho no portão.

 

Escrito por Paulo e Dani às 17h15
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O destino entrou no jogo algumas vezes, provocando tempestades e trovões tentando abalar o nosso amor, descobrimos muito cedo o medo, ciúme e a desconfiança. Entravam constantemente em ação amigos próximos demais e que julgávamos serem perigos potenciais. Perdemos um pouco da confiança inicial durante as negociações que afastaram de mim a Camile e de você o Vinícius, mas o convívio e a vontade de provar ao mundo que é possível amar e ser feliz, nos mantinha unidos e fortes para enfrentar todo e qualquer revés, mesmo custando lágrimas, plantões na frente da casa um do outro, etc.

 

Escrito por Paulo e Dani às 17h15
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Solidificamos a união com sexo, parecíamos animais no cio, qualquer oportunidade que tinhamos, nos agarrávamos, chegando até mesmo a chocar algumas testemunhas dos atos, mas para nós era tão puro e natural que não nos importávamos

Escrito por Paulo e Dani às 17h14
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Para nós não existia diferença entre o meio e o fim da semana, todo dia era dia de estarmos juntos até altas horas, quando o assunto acabava vinham os amassos, mais assuntos, mais amassos e a triste hora de dizer tchau, até daqui a pouco...

 

Escrito por Paulo e Dani às 17h14
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Qualquer rua pouco movimentada ou escura era uma deixa para os amantes, até que na pracinha da Ilha do Boi o amor os levou para um mundo só deles, onde unindo seus corpos num balé frenético de desejo e paixão,  chegaram ao limite humano dos sentimentos: a primeira relação sexual.

Escrito por Paulo e Dani às 17h14
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Os torpedos cessaram e deram lugar a noites inteiras de abraços, beijos, e amassos ora no Carro de Dani, ora no de Paulo. Corríam riscos sem a menor preocupação com locais e horários.

 

Escrito por Paulo e Dani às 17h14
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Paulo queria que fosse prá já e Dani, ponderada demais tratou de ir pisando no freio, enquanto Paulo estava à mil ladeira abaixo, o que acabou gerando a primeira discussão séria, onde pela primeira vez Paulo teve que sufocar o que já tomava conta dele e transbordava: O amor por Dani. A armadura de Paulo tinha que sair do armário.

Escrito por Paulo e Dani às 17h14
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No primeiro encontro formal, Dani esperava Paulo de calça jeans e blusa preta sentada no capô do detestado (por ela) Uno Smart. Foram em direção ao Chopp Hauss, onde Paulo tratoui de se alcoolizar para soltar as palavras e conseguir abrir ali a naquela mesa, na frente de Dani, toda a sua vida e o seu jeito de ser. Dani pouco falava enquanto Paulo tagarelava e então, no caminho de volta para o carro veio a pergunta que não queria calar: É namoro ou amizade?

 

Escrito por Paulo e Dani às 17h14
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Mas o futuro dos dois já estava traçado, essas pegadinhas do destino seriam apenas um pequeno aviso do que ainda havia por vir.

Escrito por Paulo e Dani às 17h13
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Usando a febre do momento da tecnologia de comunicação, a Internet, nós nos encontramos no já ultrapassado ICQ. Nas duas primeiras tentativas de cruzar os olhares, esbarraram em dois contratempos. Uma noite de babá e uma insegurança disfarçada de timidez.

Escrito por Paulo e Dani às 17h13
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Tudo começou com uma guerra!!! Torpedos pelos celulares lançados de um em direção ao outro sem parar. Paulo na Skaldaria com amigos, Dani em casa cuidando da irmã caçula. Assim a batalha terminaou com dois vencedores. Um conquistou o coração do outro.

Escrito por Paulo e Dani às 17h07
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(O amor está aqui – Bruno e Marrone)

 

Vem sentir a paixão
Meu coração te quer
É só você dizer sim
Deixa rolar sem medo de se entregar
Sem medo de ser feliz
Quero sonhar e quando acordar
Ver teus olhos nos meus
Tua boca na minha
Vem me beijar

Anjo vem ficar perto de mim
O amor está aqui
A vida inteira eu vou te amar
Vem sentir meu coração
Estou em suas mãos
Todo amor do mundo eu vou te dar

Não acredito no amor se eu não ficar com você
Por mais que eu queira eu não vou
Sei que não vou te esquecer

Escrito por Paulo e Dani às 17h04
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